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Canal 8,4 μm do sensor ABI/GOES16, importante para o monitoramento de atividade vulcânica, além de ser capaz de determinar a fase da nuvem usando a diferença de temperatura de brilho entre o canal 11,2 μm. As imagens obtidas pelo sensor ABI/GOES são utilizadas para monitorar a Terra, a atmosfera e os oceanos. A refletância medida (radiância) dentro das bandas do espectro visível e infravermelho é convertida em valores de brilho e temperaturas de brilho, respectivamente. Esses valores são usados para gerar uma variedade de produtos que auxiliam os meteorologistas e especialistas no monitoramento e na previsão de vários tipos de eventos meteorológicos, do oceano e outros fenômenos relacionados ao clima. Os dados enviados pelo satélite GOES-16 são recebidos em tempo real na estação de recepção localizada no INPE de Cachoeira Paulista, onde são processados e armazenados.
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Médias anuais e mensais do total diário da irradiação solar Global Horizontal, Difusa, Direta Normal, no Plano Inclinado e PAR em Wh/m².dia A base de dados do Atlas Brasileiro de Energia Solar é composta por estimativas fornecidas pelo modelo computacional BRASIL-SR baseadas em 17 anos de imagens de satélite (1999 a 2015). Essas estimativas foram validadas por dados coletados em estações solarimétricas da rede SONDA, de estações privadas e de estações meteorológicas automáticas operadas pelo INMET, totalizando 503 estações de superfície com qualidade adequada para participar do processo de validação. Os testes de qualidade dos dados observados incluíram critérios para identificar valores superiores aos limites físicos e presença de variabilidade temporal, intercomparação de observações com sensores distintos e comparação com modelos numéricos de céu claro (clearsky), para eliminar tanto ‐claro (clearsky), para eliminar tanto quanto possível os registros suspeitos. Para detalhes consultar o Atlas Brasileiro de Energia Solar - 2ª Edição, INPE, 2017, ISBN 978 85 17 00089 8.
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Canal visível 0,64μm, ou “Vermelho”, é uma das duas bandas visíveis no sensor ABI/GOES16. É o canal com maior resolução espacial, 500 metros. Ideal para identificar características de pequena escala. As imagens obtidas pelo sensor ABI/GOES são utilizadas para monitorar a Terra, a atmosfera e os oceanos. A refletância medida (radiância) dentro das bandas do espectro visível e infravermelho é convertida em valores de brilho e temperaturas de brilho, respectivamente. Esses valores são usados para gerar uma variedade de produtos que auxiliam os meteorologistas e especialistas no monitoramento e na previsão de vários tipos de eventos meteorológicos, do oceano e outros fenômenos relacionados ao clima. Os dados enviados pelo satélite GOES-16 são recebidos em tempo real na estação de recepção localizada no INPE de Cachoeira Paulista, onde são processados e armazenados.
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Canal 6,9 μm do sensor ABI/GOES16, um dos 3 canais na banda de absorção do vapor d’água. Tem aplicação na identificação de importantes características atmosféricas. As imagens obtidas pelo sensor ABI/GOES são utilizadas para monitorar a Terra, a atmosfera e os oceanos. A refletância medida (radiância) dentro das bandas do espectro visível e infravermelho é convertida em valores de brilho e temperaturas de brilho, respectivamente. Esses valores são usados para gerar uma variedade de produtos que auxiliam os meteorologistas e especialistas no monitoramento e na previsão de vários tipos de eventos meteorológicos, do oceano e outros fenômenos relacionados ao clima. Os dados enviados pelo satélite GOES-16 são recebidos em tempo real na estação de recepção localizada no INPE de Cachoeira Paulista, onde são processados e armazenados.
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Latitude: 11° 34' 54" S Longitude: 61° 46' 25" O Altitude: 252 Fuso Horário: UTC -4 Tipo: SOLAR AVANÇADA
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Médias anuais e mensais do total diário da irradiação solar Global Horizontal, Difusa, Direta Normal, no Plano Inclinado e PAR em Wh/m².dia A base de dados do Atlas Brasileiro de Energia Solar é composta por estimativas fornecidas pelo modelo computacional BRASIL-SR baseadas em 17 anos de imagens de satélite (1999 a 2015). Essas estimativas foram validadas por dados coletados em estações solarimétricas da rede SONDA, de estações privadas e de estações meteorológicas automáticas operadas pelo INMET, totalizando 503 estações de superfície com qualidade adequada para participar do processo de validação. Os testes de qualidade dos dados observados incluíram critérios para identificar valores superiores aos limites físicos e presença de variabilidade temporal, intercomparação de observações com sensores distintos e comparação com modelos numéricos de céu claro (clearsky), para eliminar tanto ‐claro (clearsky), para eliminar tanto quanto possível os registros suspeitos. Para detalhes consultar o Atlas Brasileiro de Energia Solar - 2ª Edição, INPE, 2017, ISBN 978 85 17 00089 8.
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A cidade de São Martinho da Serra situa-se na região central do estado do Rio Grande do Sul. A vegetação da região pertence à Floresta Estacional Decidual sendo uma zona transicional com os Campos Sul-rio-grandenses. O clima na cidade, assim como em toda a região sul do país, sofre influência da posição e intensidade da Alta Subtropical do Atlântico e sua circulação associada. A circulação associada a esse sistema e também a um sistema de baixa continental, mais forte no verão (Baixa do Chaco), condiciona a circulação em baixos níveis e importantes fluxos de umidade e advecção de temperatura para a região sul. A precipitação em São Martinho da Serra é bem distribuída. O maior número de dias com chuva ocorre durante os meses de inverno, porém o volume de precipitação é menor nesses dias, resultando em total mensal semelhante para todos os meses do ano. O total mensal médio anual da região fica entre 140 e 150mm. Durante os meses de Junho, Julho e Agosto, as precipitações são mais freqüentes e em menor quantidade. Mais de 50% das chuvas ocorridas nesses meses têm altura menor que 5mm. A umidade relativa do ar mantém-se em média na faixa entre 65% e 75%. Durante os meses de inverno, a umidade atinge seus picos mais elevados e depois cai gradativamente até atingir os 65%, aproximadamente. A temperatura do ar máxima é de 24°C, em média, e a temperatura mínima é de 14°C, em média. Tipos de solo encontrados: Solos Litólicos. Latitude: 29° 26' 34" S (-29,4428) Longitude: 53° 49' 23" O (-53,8231) Altitude: 489 Fuso Horário: UTC -3 Tipo: SOLARIMÉTRICA
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Canal 13,3 μm do sensor ABI/GOES16, tem principal aplicação na estimativa da temperatura média do ar troposférico, além de outros produtos quando combinado com outros canais. As imagens obtidas pelo sensor ABI/GOES são utilizadas para monitorar a Terra, a atmosfera e os oceanos. A refletância medida (radiância) dentro das bandas do espectro visível e infravermelho é convertida em valores de brilho e temperaturas de brilho, respectivamente. Esses valores são usados para gerar uma variedade de produtos que auxiliam os meteorologistas e especialistas no monitoramento e na previsão de vários tipos de eventos meteorológicos, do oceano e outros fenômenos relacionados ao clima. Os dados enviados pelo satélite GOES-16 são recebidos em tempo real na estação de recepção localizada no INPE de Cachoeira Paulista, onde são processados e armazenados.
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Latitude: 07° 49' 38" S (-7.827200) Longitude: 38° 07' 20" O (-38.1222) Altitude: 1123 Fuso Horário: UTC -3 Tipo: ANEMOMÉTRICA
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Médias anuais e mensais do total diário da irradiação solar Global Horizontal, Difusa, Direta Normal, no Plano Inclinado e PAR em Wh/m².dia A base de dados do Atlas Brasileiro de Energia Solar é composta por estimativas fornecidas pelo modelo computacional BRASIL-SR baseadas em 17 anos de imagens de satélite (1999 a 2015). Essas estimativas foram validadas por dados coletados em estações solarimétricas da rede SONDA, de estações privadas e de estações meteorológicas automáticas operadas pelo INMET, totalizando 503 estações de superfície com qualidade adequada para participar do processo de validação. Os testes de qualidade dos dados observados incluíram critérios para identificar valores superiores aos limites físicos e presença de variabilidade temporal, intercomparação de observações com sensores distintos e comparação com modelos numéricos de céu claro (clearsky), para eliminar tanto ‐claro (clearsky), para eliminar tanto quanto possível os registros suspeitos. Para detalhes consultar o Atlas Brasileiro de Energia Solar - 2ª Edição, INPE, 2017, ISBN 978 85 17 00089 8.
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