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  • Agregado de desmatamento do PRODES Caatinga até 2000. O desmatamento completo no bioma Caatinga deve considerar toda a série histórica do dado de incrementos no desmatamento. Este conjunto de dados é composto pelos dados de desmatamento e reservatório, sendo discriminados pela classe principal, atributo 'main_class'. Ver o metadado relacionado a reservatórios: http://terrabrasilis.dpi.inpe.br/geonetwork/srv/eng/catalog.search#/metadata/1e2247ed-f164-4b8d-9573-13c321a519bc O PRODES considera como desmatamento a supressão da vegetação nativa, independentemente da futura utilização destas áreas. Os limites dos biomas brasileiros foram alterados conforme publicação do IBGE de 30/10/2019. Este conjunto de dados foi ajustado para o novo recorte. https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-sala-de-imprensa/2013-agencia-de-noticias/releases/25798-ibge-lanca-mapa-inedito-de-biomas-e-sistema-costeiro-marinho O produto: Este recurso contém polígonos que identificam áreas de supressão da vegetação nativa no bioma Caatinga consolidadas em 2000. Foi construído a partir da interpretação visual de imagens Landsat-8/OLI na composição R(5)G(6)B(4) - com resolução de 30m - e em escala de trabalho de 1:75.000. A área mínima mapeada é de um hectare (1 ha). O produto é compatível com a escala final de 1:250.000. A área total do bioma Caatinga é de 862.640 km². Descrição dos atributos do dado composto por: nome do atributo, tipo do dado e descrição -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- uuid - texto - identificador único universal de cada feição (RFC 4122, ISO/IEC 9834-8:2005) uid - número - identificador para rastreabilidade da feição na origem/produção do dado geom - feição composta por um ou mais polígonos - geometria obtida por interpretação visual de imagem de satélite. source - texto - nome da origem do poligono (amazonia, cerrado, caatinga, mata_atlantica, pampa, pantanal), caso o polígono tenha sido incorporado de outro projeto, por exemplo, devido à alteração do mapa de biomas ou ainda às zonas da amazônia legal no cerrado e pantanal path_row - texto - código da cena formado por linha/coluna da grade de passagem do satélite Landsat satellite - texto - nome do satélite. Em geral será o landsat mas em alguns casos, outro satélites podem ser utilizados. sensor - texto - nome do sensor que obteve a imagem. state - texto - nome do estado, unidade da federação, quando aplicável. main_class - texto - nome da classe principal atribuída à feição class_name - texto - nome da classe específica atribuída à feição def_cloud - número - indica se havia nuvem em ano anterior sobre a feição. (Não se aplica ao bioma Pampa) julian_day - número - dia juliano (Não se aplica ao bioma Pampa) image_date - data - data da cena usada para obter a feição year - número - ano da feição, usado para facilitar as consultas ao banco de dados area_km - número - área calculada para a feição em km² scene_id - número - identificador da cena no banco de dados, usado para consultas (Não se aplica ao bioma Pampa) publish_year - data - usado para permitir a publicação do dado no GeoServer com dimensão temporal (quando aplicável) pub_date - texto - informação da data de publicação no formato "YYYYMMDD" sendo: YYYY=ano 4 dígitos, MM=mês e DD=dia, atualizada de forma automática a cada exportação do dado para os arquivos vetoriais: Shapefile e GeoPackage. Esta lista de atributos é padronizada com base no dado de desmatamento, classe principal do PRODES. Para as demais classes o preenchimento ocorre apenas quando aplicável. Sobre UUID -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- https://www.postgresql.org/docs/13/datatype-uuid.html https://www.rfc-editor.org/rfc/rfc4122

  • Médias anuais e mensais do total diário da irradiação solar Global Horizontal, Difusa, Direta Normal, no Plano Inclinado e PAR em Wh/m².dia A base de dados do Atlas Brasileiro de Energia Solar é composta por estimativas fornecidas pelo modelo computacional BRASIL-SR baseadas em 17 anos de imagens de satélite (1999 a 2015). Essas estimativas foram validadas por dados coletados em estações solarimétricas da rede SONDA, de estações privadas e de estações meteorológicas automáticas operadas pelo INMET, totalizando 503 estações de superfície com qualidade adequada para participar do processo de validação. Os testes de qualidade dos dados observados incluíram critérios para identificar valores superiores aos limites físicos e presença de variabilidade temporal, intercomparação de observações com sensores distintos e comparação com modelos numéricos de céu claro (clearsky), para eliminar tanto ‐claro (clearsky), para eliminar tanto quanto possível os registros suspeitos. Para detalhes consultar o Atlas Brasileiro de Energia Solar - 2ª Edição, INPE, 2017, ISBN 978 85 17 00089 8.

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    Latitude: 11° 34' 54" S Longitude: 61° 46' 25" O Altitude: 252 Fuso Horário: UTC -4 Tipo: SOLAR AVANÇADA

  • Médias anuais e mensais do total diário da irradiação solar Global Horizontal, Difusa, Direta Normal, no Plano Inclinado e PAR em Wh/m².dia A base de dados do Atlas Brasileiro de Energia Solar é composta por estimativas fornecidas pelo modelo computacional BRASIL-SR baseadas em 17 anos de imagens de satélite (1999 a 2015). Essas estimativas foram validadas por dados coletados em estações solarimétricas da rede SONDA, de estações privadas e de estações meteorológicas automáticas operadas pelo INMET, totalizando 503 estações de superfície com qualidade adequada para participar do processo de validação. Os testes de qualidade dos dados observados incluíram critérios para identificar valores superiores aos limites físicos e presença de variabilidade temporal, intercomparação de observações com sensores distintos e comparação com modelos numéricos de céu claro (clearsky), para eliminar tanto ‐claro (clearsky), para eliminar tanto quanto possível os registros suspeitos. Para detalhes consultar o Atlas Brasileiro de Energia Solar - 2ª Edição, INPE, 2017, ISBN 978 85 17 00089 8.

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    A cidade de São Martinho da Serra situa-se na região central do estado do Rio Grande do Sul. A vegetação da região pertence à Floresta Estacional Decidual sendo uma zona transicional com os Campos Sul-rio-grandenses. O clima na cidade, assim como em toda a região sul do país, sofre influência da posição e intensidade da Alta Subtropical do Atlântico e sua circulação associada. A circulação associada a esse sistema e também a um sistema de baixa continental, mais forte no verão (Baixa do Chaco), condiciona a circulação em baixos níveis e importantes fluxos de umidade e advecção de temperatura para a região sul. A precipitação em São Martinho da Serra é bem distribuída. O maior número de dias com chuva ocorre durante os meses de inverno, porém o volume de precipitação é menor nesses dias, resultando em total mensal semelhante para todos os meses do ano. O total mensal médio anual da região fica entre 140 e 150mm. Durante os meses de Junho, Julho e Agosto, as precipitações são mais freqüentes e em menor quantidade. Mais de 50% das chuvas ocorridas nesses meses têm altura menor que 5mm. A umidade relativa do ar mantém-se em média na faixa entre 65% e 75%. Durante os meses de inverno, a umidade atinge seus picos mais elevados e depois cai gradativamente até atingir os 65%, aproximadamente. A temperatura do ar máxima é de 24°C, em média, e a temperatura mínima é de 14°C, em média. Tipos de solo encontrados: Solos Litólicos. Latitude: 29° 26' 34" S (-29,4428) Longitude: 53° 49' 23" O (-53,8231) Altitude: 489 Fuso Horário: UTC -3 Tipo: SOLARIMÉTRICA

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    Latitude: 07° 49' 38" S (-7.827200) Longitude: 38° 07' 20" O (-38.1222) Altitude: 1123 Fuso Horário: UTC -3 Tipo: ANEMOMÉTRICA

  • Médias anuais e mensais do total diário da irradiação solar Global Horizontal, Difusa, Direta Normal, no Plano Inclinado e PAR em Wh/m².dia A base de dados do Atlas Brasileiro de Energia Solar é composta por estimativas fornecidas pelo modelo computacional BRASIL-SR baseadas em 17 anos de imagens de satélite (1999 a 2015). Essas estimativas foram validadas por dados coletados em estações solarimétricas da rede SONDA, de estações privadas e de estações meteorológicas automáticas operadas pelo INMET, totalizando 503 estações de superfície com qualidade adequada para participar do processo de validação. Os testes de qualidade dos dados observados incluíram critérios para identificar valores superiores aos limites físicos e presença de variabilidade temporal, intercomparação de observações com sensores distintos e comparação com modelos numéricos de céu claro (clearsky), para eliminar tanto ‐claro (clearsky), para eliminar tanto quanto possível os registros suspeitos. Para detalhes consultar o Atlas Brasileiro de Energia Solar - 2ª Edição, INPE, 2017, ISBN 978 85 17 00089 8.

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    Latitude: 22° 56’ 55” S (-22,9486) Longitude: 49° 53’ 39” O (-49,8942) Altitude: 446 Fuso Horário: UTC -3 Tipo: ANEMOMÉTRICA Observações: Declinação magnética local cresce 9’ ao ano. * até 1979: 13° 20’ * para 2006: 18° 37’

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    A cidade de Brasília possui clima tropical de altitude, característico de planaltos e serras. A região apresenta regime de precipitação bem definido. A estação chuvosa tem início em outubro e estende-se até março. A estação seca acontece no restante do ano, desde abril até setembro. A estação chuvosa é causada pelo forte aquecimento da atmosfera na Amazônia, que favorece o desenvolvimento de um sistema quase estacionário em altos níveis, a Alta da Bolívia. Como resultado dessa circulação, observa-se nos baixos níveis uma região de baixa pressão, chamada de Baixa do Chaco. Essa região de baixa pressão e a convergência de ar são os principais fatores que provocam a precipitação neste período, responsável por 70% do total médio anual. O total médio anual de precipitação em Brasília é aproximadamente 1700mm. A umidade relativa do ar, no período de seca, cai de valores superiores a 70% para 20%. Coincidindo com o período mais quente, nos meses de agosto e setembro, a umidade relativa do ar pode chegar a 12%, valor típico de deserto. A temperatura média atinge valores em torno de 22ºC sendo que o pico anual ocorre nos meses de primavera. Os meses de junho e julho são os que apresentam as temperaturas mais baixas do ano, em média 18ºC. Tipos de solo encontrados: Latossolo Vermelho-Escuro, Latossolo Vermelho-Amarelo, Solos Aluviais, Cambissolos. Latitude: 15° 36' 03" S (-15,60083) Longitude: 47° 42' 47" O (-47,71306) Altitude: 1023 Fuso Horário: UTC -3

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    Situada no centro oeste do país, Cuiabá possui clima tropical úmido, com temperaturas elevadas e alto índice pluviométrico. Sofre grande influência dos sistemas extratropicais, tais como sistemas frontais originados no sul do país. O total anual de precipitação gira em torno de 1350mm. As chuvas concentram-se no período de final de Setembro a Maio, mas é no verão que a precipitação ocorre em maior quantidade. A precipitação máxima mensal ocorre, em média, no mês de Janeiro, aproximadamente 215 mm. No restante do ano, as massas de ar seco sobre o centro do Brasil inibem as formações chuvosas. Nos meses secos (de Junho a Setembro), as passagens de frentes frias associadas à fumaça produzida pelas constantes queimadas feitas nessa época, reduzem a umidade relativa do ar a níveis muito baixos. Os meses mais secos acontecem em Julho, Agosto e Setembro, com valores médios próximos de 55%, podendo atingir 15% em casos extremos. Nos meses de verão, a umidade relativa do ar gira em torno de 80%. Cuiabá está numa das regiões mais quentes do Brasil. A temperatura média mensal é de aproximadamente 27°C nos meses de Outubro a Março. No entanto, a temperatura atinge os 40º C frequentemente. Os menores valores de temperaturas médias mensais ocorrem no mês de Junho e Julho, em torno de 22ºC, mas as temperaturas podem atingir até 10°C quando frentes frias vindas do sul passam sobre a região. Tipos de solo encontrados: Solos Aluviais, Solos Concrecionários Câmbicos. Latitude: 15° 33' 19" S (-15,5553) Longitude: 56° 04' 12" O (-56,0700) Altitude: 185 Fuso Horário: UTC -4 Tipo: SOLARIMÉTRICA