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Capacidade municipal de discutir de forma inclusiva e participativa a agenda de transportes, bem como o planejamento e a execução de ações relacionadas a essa agenda. É resultante da média simples de dois indicadores: Existência de Conselho Municipal de Transportes e a existência de Plano Municipal de Transporte. Ambos coletados na Pesquisa de Informações Básicas Municipais, disponibilizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para 2020, nas tabelas 8431 e 8436, respectivamente. Fonte: Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas - AdaptaBrasil MCTI.
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Grau, duração e/ou extensão em que a infraestrutura rodoviária está sujeita à ameaça climática (alta temperatura com seca prolongada) considerando a distribuição de elementos de superfície local, resultante da relação entre a infraestrutura rodoviária e a ameaça climática em questão. A exposição a uma ameaça particular pode ser determinada independentemente da vulnerabilidade. O Índice de Exposição é calculado, por localização do eixo central da rodovia, a partir da agregação ponderada dos indicadores Localização da OAE e Volume Médio Diário Anual (VMDA). Fontes: Ministério dos Transportes. P5 – Análise de Risco Climático. Rio de Janeiro: Ministério dos Transportes, 2022. 117p. ADGER, W. N.. Vulnerability. Global Environmental Change, v. 16, n. 3, p. 268-281, ago. 2006. GALLOPÍN, G. C.. Box 1: A systemic synthesis of the relations between vulnerability, hazard, exposure and impact, aimed at policy identification. In: Economic Commission for Latin American and the Caribbean (ECLAC). Handbook for Estimating the Socio-Economic and Environmental Effects of Disasters. Mexico, D.F.: ECLAC, LC/MEX/G.S., p. 2-5, 2003. INTERGOVERNMENTAL PANEL ON CLIMATE CHANGE - IPCC. Climate Change 2014: Synthesis Report. Working Groups I, II and III to the Fifth Assessment Report of the Intergovernmental Panel on Climate Change [Core Writing Team, R.K. Pachauri and L.A. Meyer (eds.)]. IPCC, Geneva, Switzerland, 151 pp. KASPERSON, J. X.; KASPERSON, R. E.; TURNER II., B. L., SCHILLER, A., HSIEL, W. H.. Vulnerability to global environmental change. In: KASPERSON, J. X.; KASPERSON, R. E. (Eds.), Social Contours of Risk, vol. II. Earthscan, London, 2005. p. 245-285.
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O comitê de crise compõe a lista de medidas de gestão selecionadas que aumentam a resiliência do setor portuário frente à mudança do clima para a tempestade. Tal indicador foi obtido por meio do formulário aplicado com os 21 portos públicos analisados, no qual os portos apontaram se adotaram ou não essa medida, bem como o seu status de implementação (0 - sem necessidade, 1 - necessária mais sem atividades, 2 - processo em andamento, mas com dificuldades, 3 - planeja e orçamento aprovado, 4 - em execução/implementação, 5 - realizada). Posteriormente, classificados em: muito baixa, baixa, média, alta, muito alta. O formulário foi aplicada pela WayCarbon em 2020. Fontes: ANTAQ. Impactos e Riscos da Mudança do Clima nos Portos Públicos Costeiros Brasileiros. Brasília: Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ), 2021. 311 páginas.
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Indicador simples de capacidade adaptativa que compõe o indicador temático Aspectos Econômicos e Potencial de Intensificação da Produção. Representa o nível de mecanização na produção agrícola em pequenas propriedades (até 4 módulos fiscais) por município. O uso de tratores em pequenas propriedades pode reduzir significativamente o risco de impacto da seca ao melhorar a eficiência operacional (redução de custos e aumento de produtividade), a gestão dos recursos hídricos e do solo, além da capacidade de adaptação dos agricultores às condições climáticas adversas por meio ajustes rápidos nas práticas agrícolas e facilidade na mobilidade e acesso. Indicador calculado pela razão entre o número de tratores em estabelecimentos de até 4 módulos fiscais e o número de estabelecimentos agropecuários. A classificação de pequena propriedade foi embasada nas classes determinados pelo INCRA de até 4 módulos fiscais. A metodologia aplicada foi normalização com retirada de outliers nos dados brutos. Os dados de área dos estabelecimentos agropecuários foram obtidos em nível municipal no Censo Agropecuário do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para 2017. Fonte: Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas - AdaptaBrasil MCTI.
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A demanda de resfriamento por ar condicionado é considerada o maior impacto pelo lado da demanda no setor elétrico. Os cálculos da demanda para o presente consideraram a metodologia adotada pela Nota Técnica EPE 030/2018 e por Bezerra et al. (2021), com atualização da população e da posse de equipamentos para o ano de 2019. As estimativas de demanda futura de ar condicionado consideram o aumento regional proveniente da Quarta Comunicação Nacional do Brasil à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (4CN). Os dados de posse de ar condicionado são da Pesquisa de Posse e Hábitos de Uso de Equipamentos Elétricos na Classe Residencial 2019 (ELETRPBRAS) e a população provém das Estimativas de População do ano de 2019, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A metodologia utilizada está disponível na NOTA TÉCNICA EPE 030/2018 - Uso de Ar Condicionado no Setor Residencial Brasileiro: Perspectivas e contribuições para o avanço em eficiência energética, da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e no trabalho "Impacts of a warmer world on space cooling demand in Brazilian households" de Bezerra et al., 2021. Fonte: Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas - AdaptaBrasil MCTI.
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Indicador simples de sensibilidade que compõe o indicador temático cobertura do solo. Este indicador busca inferir uma potencial sensibilidade de prejudicar a estrutura e o funcionamento dos ecossistemas, uma vez que o passivo ambiental indica áreas com déficit de áreas de preservação permanente e de reserva legal no município, sendo estas importantes áreas para a conservação da biodiversidade. O cálculo desse indicador foi obtido pela soma das áreas de déficit de área de preservação permanente e de reserva legal exigida pelo Código Florestal (Lei nº 12.651, de 2012) no município. Assim, quanto maior for o indicador, maior será a sensibilidade. O dado de área de déficit de área de preservação permanente e de reserva legal exigida pelo Código Florestal (Lei nº 12.651, de 2012) foi calculado e disponibilizado pelo Termômetro do Código Florestal para 2022. Fonte: Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas - AdaptaBrasil MCTI.
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O número total de infraestruturas de obras de abrigo, instalações de armazenagem e infraestruturas de acostagem, que estão localizadas na área do porto público, foi contabilizado. Em seguida foi aplicada a fórmula logarítmica na base 10, e, posteriormente a fórmula de padronização, para obter-se o valor do indicador “Número de Infraestruturas Portuárias”. Os dados do número de infraestruturas foram obtidos no Plano Mestre de cada porto que varia entre 2017 e 2020, e o valor do indicador “Número de Infraestruturas Portuárias” dos 21 portos para a ameça climática de aumento do nível do mar foram apresentados pela WayCarbon. Fontes: ANTAQ. Impactos e Riscos da Mudança do Clima nos Portos Públicos Costeiros Brasileiros. Brasília: Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ), 2021. 311 páginas.
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O peso da carga é o peso somado de tudo aquilo que o veículo transportou. Este indicador pode ser utilizado para representar o nível de solicitação de carga nos pavimentos e vem expresso em toneladas por tipo de carga e o total, ambos por trecho. Quanto maior for o peso da carga transportada pelos veículos em uma rodovia maior será a solicitação de carga no pavimento e, consequentemente, mais sensível ele estará aos impactos biofísicos. As Faixas de Quantidade Total da Carga foram normalizadas e fatiadas em 5 classes: 0,01 – Muito baixa; 0,25 – Baixa; 0,50 – Média; 0,75 – Alta; e 1,00 – Muito Alta. O peso de carga refere-se ao peso bruto transportado no ano de 2017, segundo o estudo do Plano Nacional de Logística (PNL). Fontes: Ministério dos Transportes. Produto 4 – Análise de Vulnerabilidade e Exposição da Infraestrutura Federal de Transportes Terrestres. Rio de Janeiro: Ministério dos Transportes, 2022. 33p.
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Grau de suscetibilidade a danos com potencial para mudança ou transformação do sistema socioecológico quando confrontado com uma ameaça. O Índice de Vulnerabilidade está vinculado à situação de sensibilidade e capacidade adaptativa do sistema socioecológico às alterações climáticas na ocorrência da Leishmaniose Tegumentar Americana. Fontes: GALLOPÍN, G. C.. Linkages between vulnerability, resilience, and adaptive capacity. Global Environmental Change, v. 16, p. 293-303, 2006. INTERGOVERNMENTAL PANEL ON CLIMATE CHANGE - IPCC. Climate Change 2014: Synthesis Report. Working Groups I, II and III to the Fifth Assessment Report of the Intergovernmental Panel on Climate Change [Core Writing Team, R.K. Pachauri and L.A. Meyer (eds.)]. IPCC, Geneva, Switzerland, 15.
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Grau em que um sistema socioecológico é potencialmente modificado ou afetado, direta ou indiretamente, adversamente ou beneficamente, por estímulos relacionados ao clima, para a Leishmaniose Tegumentar Americana. Também pode ser entendido como a razão entre a mudança do sistema socioecológico e a unidade de quantidade de ameaça. A sensibilidade é uma propriedade inerente de um sistema socioecológico, existente antes da ameaça e independentemente da exposição desse sistema. O Índice de Sensibilidade é resultante da composição dos indicadores temáticos: Suscetibilidade social, Mobilidade Populacional e Perfil epidemiológico da Leishmaniose Tegumentar Americana. Fontes: GALLOPÍN, G. C.. Box 1: A systemic synthesis of the relations between vulnerability, hazard, exposure and impact, aimed at policy identification. In: Economic Commission for Latin American and the Caribbean (ECLAC). Handbook for Estimating the Socio-Economic and Environmental Effects of Disasters. Mexico, D.F.: ECLAC, LC/MEX/G.S., p. 2-5, 2003. INTERGOVERNMENTAL PANEL ON CLIMATE CHANGE - IPCC. CLIMATE CHANGE 2001: impacts, adaptation and vulnerability. Contribution of Working Group II to the Third Assessment Report of the Intergovernmental Panel on Climate Change [[Core Writing Team, J. J. McCartthy; O. F. Canziani; N. A. Leary; D. J. Dokken and K. S. White (eds.)]. IPCC, Cambridge, United Kingdom, 10p.
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