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    Exposição financeira do município a uma situação de seca por apresentar alta dependência econômica relacionada as atividades agropecuárias. Indicador temático representado pelo indicador: participação da agropecuária na economia do município. Fonte: Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas - AdaptaBrasil MCTI.

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    Um grande volume de circulação de veículos sobre as ferrovias pode ocasionar um desgaste na infraestrutura ferroviária, podendo assim ficar mais exposta. O volume de veículos representa o total de veículos ferroviários que trafegaram no ano de 2017, segundo o estudo do Plano Nacional de Logística (PNL). Fontes: Ministério dos Transportes. Produto 4 – Análise de Vulnerabilidade e Exposição da Infraestrutura Federal de Transportes Terrestres. Rio de Janeiro: Ministério dos Transportes, 2022. 33p.

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    A existência de rodovias, além de favorecer o fluxo populacional e de recursos entre os municípios, é uma componente importante de acessibilidade entre territórios. Deste modo, municípios com maior presença de rodovias e tempo de deslocamento menor entre cidades possuem maior capacidade adaptativa em termos de acessibilidade e mobilidade. O indicador é representado pelo tempo médio de deslocamento entre cidades no recorte zonal municipal. O dado de acessibilidade às cidades quantifica o tempo de deslocamento até o um centro urbano mais próximo via transporte terrestre de superfície e, portanto, quanto maior o tempo de deslocamento menor a acessibilidade. Esse dado é composto por subprodutos de rodovias (base de dados do Open Street Map e Google), ferrovias, rios, corpos d'água e deslocamento a pé em diferentes tipos de cobertura do solo. Inclui também informações sobre as condições topográficas (ângulo de inclinação e elevação) e tempo adicional para cruzar as fronteiras nacionais, estimando assim globalmente a acessibilidade aos recursos essenciais ao meio urbano. O dado foi obtido do portal Malária Atlas Project (MAP) da Universidade de Oxford, em parceria com o Google, o Centro Conjunto de Pesquisa da União Europeia (JRC) e a Universidade de Twente, Holanda. O dado é disponibilizado globalmente com tempo de viagem em minutos em uma resolução espacial de 30 segundos de arco ou aproximadamente 1km (Equador). Fonte: D.J. Weiss, A. Nelson, H.S. Gibson, W. Temperley, S. Peedell, A. Lieber, M. Hancher, E. Poyart, S. Belchior, N. Fullman, B. Mappin, U. Dalrymple, J. Rozier, T.C.D. Lucas, R.E. Howes, L.S. Tusting, S.Y. Kang, E. Cameron, D. Bisanzio, K.E. Battle, S. Bhatt, and P.W. Gething. A global map of travel time to cities to assess inequalities in accessibility in 2015. (2018). Nature. doi:10.1038/nature25181.

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    O registro de impactos relacionados às ameaças climáticas compõe a lista de medidas de gestão selecionadas que aumentam a resiliência do setor portuário frente à mudança do clima de tempestade. Tal indicador foi obtido por meio do formulário aplicado com os 21 portos públicos analisados, no qual os portos apontaram se adotaram ou não essa medida, bem como o seu status de implementação (0 - sem necessidade, 1 - necessária mais sem atividades, 2 - processo em andamento, mas com dificuldades, 3 - planeja e orçamento aprovado, 4 - em execução/implementação, 5 - realizada). Posteriormente, classificados em: muito baixa, baixa, média, alta, muito alta. O formulário foi aplicada pela WayCarbon em 2020. Fontes: ANTAQ. Impactos e Riscos da Mudança do Clima nos Portos Públicos Costeiros Brasileiros. Brasília: Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ), 2021. 311 páginas.

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    A cobertura populacional estimada na Atenção Básica é dada pelo percentual da população coberta por equipes da Estratégia Saúde da Família e por equipes de Atenção Básica tradicional equivalentes e parametrizadas em relação à estimativa populacional. As ações de controle, prevenção e resposta à Leishmaniose Tegumentar Americana, de acordo com a Política Nacional da Atenção Básica, se referem principalmente às atribuições das equipes e profissionais da atenção básica. Deste modo, quanto menor a cobertura da atenção básica no município, menor é a capacidade de resposta do município. A estimativa do indicador é resultante do percentual de população coberta pela atenção básica multiplicado pelo peso atribuído por especialistas considerando a importância deste indicador à ocorrência da Leishmaniose Tegumentar Americana para os biomas brasileiros. Deste modo, quanto maior o valor deste indicador, maior a capacidade adaptativa do município à ocorrência da Leishmaniose Tegumentar Americana. O percentual de população coberta pela atenção básica é oriundo do painel e-Gestor Atenção Básica referente à informação e gestão da atenção básica no Brasil disponibilizado pelo Ministério da Saúde em dezembro de 2020. Fonte: Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas - AdaptaBrasil MCTI.

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    Capacidade municipal de discutir de forma inclusiva e participativa a agenda de transportes, bem como o planejamento e a execução de ações relacionadas a essa agenda. É resultante da média simples de dois indicadores: Existência de Conselho Municipal de Transportes e a existência de Plano Municipal de Transporte. Ambos coletados na Pesquisa de Informações Básicas Municipais, disponibilizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para 2020, nas tabelas 8431 e 8436, respectivamente. Fonte: Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas - AdaptaBrasil MCTI.

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    O seguro específico contra mudanças climáticas foi levantado como parte das medidas de gestão que aumentam a resiliência do setor portuário frente às mudanças do clima, como o aumento no nível do mar. Tal indicador foi obtido por meio do formulário aplicado com os 21 portos públicos analisados, no qual os portos apontaram se adotaram (1,00) ou não essa medida (0,00). O formulário foi aplicada pela WayCarbon em 2020. Fontes: ANTAQ. Impactos e Riscos da Mudança do Clima nos Portos Públicos Costeiros Brasileiros. Brasília: Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ), 2021. 311 páginas.

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    A população residente em domicílios particulares em aglomerado em relação a população residente urbana do município indica a presença, em maior ou menor concentração, de domicílios sem acesso à infraestrutura urbana como asfalto e saneamento. O indicador é resultante do percentil 99 da razão entre a população residente em domicílios particulares em aglomerado e a população residente urbana do município, seguida da multiplicação pelo peso atribuído por especialistas considerando a importância deste indicador à ocorrência das arboviroses Dengue, Zika e Chikungunya para os biomas brasileiros. A aplicação do percentil 99 é necessária para seja possível identificar visualmente os diferentes valores deste indicador no mapa. O maior percentil 99 de população residente em domicílios particulares em aglomerado em relação a população residente urbana do município, indica maior a exposição do município à ocorrência das arboviroses Dengue, Zika e Chikungunya. Os dados de população residente em domicílios particulares em aglomerado e população residente do município, em área urbana, foram obtidos no Censo Demográfico disponibilizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para 2010. Fonte: Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas - AdaptaBrasil MCTI.

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    Razão entre a produção de energia elétrica a partir de mini e micro geração distribuída e o consumo de energia elétrica por estado. O indicador foi calculado a partir dos dados de capacidade instalada de mini e micro geração distribuída e de consumo de energia elétrica por estado, para o ano de 2022, disponibilizados no Painel de Dados de Micro e Minigeração Distribuída e do Consumo Mensal de Energia Elétrica por Classe (regiões e subsistemas), da Empresa de Pesquisa Energética (EPE). A geração de mini e micro geração distribuída foi calculada utilizando-se um fator de capacidade médio nacional de 19%, com base na dissertação "Impacto de mudanças climáticas no potencial de energia solar fotovoltaica do setor residencial brasileiro" de Santos (2020). Fonte: Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas - AdaptaBrasil MCTI.

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    Grau, duração e/ou extensão em que a infraestrutura rodoviária está sujeita à ameaça climática (alta temperatura com seca prolongada) considerando a distribuição de elementos de superfície local, resultante da relação entre a infraestrutura rodoviária e a ameaça climática em questão. A exposição a uma ameaça particular pode ser determinada independentemente da vulnerabilidade. O Índice de Exposição é calculado, por localização do eixo central da rodovia, a partir da agregação ponderada dos indicadores Localização da OAE e Volume Médio Diário Anual (VMDA). Fontes: Ministério dos Transportes. P5 – Análise de Risco Climático. Rio de Janeiro: Ministério dos Transportes, 2022. 117p. ADGER, W. N.. Vulnerability. Global Environmental Change, v. 16, n. 3, p. 268-281, ago. 2006. GALLOPÍN, G. C.. Box 1: A systemic synthesis of the relations between vulnerability, hazard, exposure and impact, aimed at policy identification. In: Economic Commission for Latin American and the Caribbean (ECLAC). Handbook for Estimating the Socio-Economic and Environmental Effects of Disasters. Mexico, D.F.: ECLAC, LC/MEX/G.S., p. 2-5, 2003. INTERGOVERNMENTAL PANEL ON CLIMATE CHANGE - IPCC. Climate Change 2014: Synthesis Report. Working Groups I, II and III to the Fifth Assessment Report of the Intergovernmental Panel on Climate Change [Core Writing Team, R.K. Pachauri and L.A. Meyer (eds.)]. IPCC, Geneva, Switzerland, 151 pp. KASPERSON, J. X.; KASPERSON, R. E.; TURNER II., B. L., SCHILLER, A., HSIEL, W. H.. Vulnerability to global environmental change. In: KASPERSON, J. X.; KASPERSON, R. E. (Eds.), Social Contours of Risk, vol. II. Earthscan, London, 2005. p. 245-285.