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    A infraestrutura rodoviária é um dos componentes do sistema terrestre expostos às ameaças climáticas como as altas temperaturas com secas prolongadas. Por convenção, o termo ameaça climática no AdaptaBrasil MCTI será utilizado para denotar fatores externos (especificamente climáticos) que interagem com a infraestrutura rodoviária analisada e que possuem capacidade de impactar de forma significativa a infraestrutura, seja de forma lenta ou repentina. Para queimadas, o Índice de Ameaça Climática é resultante do número de dias com temperatura máxima acima de 30°C (TXge30), do período máximo em cada ano de pelo menos 5 dias consecutivos onde a temperatura máxima (HWDI), e do número máximo de dias secos consecutivos (CDD).. Fontes: Ministério dos Transportes. P5 – Análise de Risco Climático. Rio de Janeiro: Ministério dos Transportes, 2022. 117p. GALLOPÍN, G. C.. Box 1: A systemic synthesis of the relations between vulnerability, hazard, exposure and impact, aimed at policy identification. In: Economic Commission for Latin American and the Caribbean (ECLAC). Handbook for Estimating the Socio-Economic and Environmental Effects of Disasters. Mexico, D.F.: ECLAC, LC/MEX/G.S., p. 2-5, 2003. INTERGOVERNMENTAL PANEL ON CLIMATE CHANGE - IPCC. Climate Change 2014: Synthesis Report. Working Groups I, II and III to the Fifth Assessment Report of the Intergovernmental Panel on Climate Change [Core Writing Team, R.K. Pachauri and L.A. Meyer (eds.)]. IPCC, Geneva, Switzerland, 151 pp.

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    Resiliência dos biomas terrestres do Brasil pode ser estimada através da premissa que cada tipo de vegetação está adaptado a uma determinada faixa de condições de temperatura e precipitação atuais, ou seja, a vegetação está em equilíbrio com o clima. Se, no futuro, um bioma for exposto a condições climáticas diferentes, às quais não está adaptado, sua resiliência poderia diminuir até alcançar um ponto em que ocorreria a transição para um outro patamar de estabilidade, resultando em um padrão de vegetação dominante distinto do atual. O cálculo do indicador resiliência climática foi obtido a partir do valor médio da resiliência climática no município. Assim, quanto maior for a resiliência climática menor será a ameaça climática. O dado de resiliência climática foi obtido em Pinho et al. (2020) disponibilizado pela Quarta Comunicação Nacional do Brasil à Convenção do Clima das Nações Unidas, onde os autores estimaram a resiliência climática dos biomas através da modelagem de nichos climáticos, sendo que os modelos de distribuição do nicho climático foram projetados a fim de verificar qual seria a provável resposta da vegetação dos biomas se estes estivessem submetidos a condições de temperatura e precipitação diferentes do período atual (1960-1990) para os cenários de mudanças climáticas futuros de diferentes níveis de aquecimento médio global (1,5°C e 2°C) para RCP 8.5 que são referentes os períodos de 2011-2040 e 2040-2070, respectivamente. Nesta modelagem, as condições de temperatura e precipitação consideradas foram precipitação acumulada anual, sazonalidade da precipitação, temperatura média anual e amplitude anual de temperatura. Fonte: Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas - AdaptaBrasil MCTI.

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    Valor per capita das transferências governamentais destinadas à proteção ambiental em políticas de adaptação e infraestrutura, considerando a temática de capacidade municipal em investimento e renda. Para composição deste indicador foram considerados todos os tipos de transferências (legais, voluntárias e específicas, além das transferências constitucionais e royalties) realizadas para a administração pública municipal e para o fundo público (denominados como favorecidos), nas áreas de atuação (função): agricultura, educação, gestão ambiental, habitação, organização agrária, reserva de contingência, saneamento, saúde e urbanismo. O indicador foi obtido a partir da razão entre o total dos recursos financeiros repassados aos favorecidos nas funções especificadas acima e a população total. Dados em nível municipal obtidos em Detalhamento das transferências de recursos disponibilizados pelo Portal da Transparência da Controladoria-Geral da União (CGU), para o período entre 2015 e 2017. Fonte: Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas - AdaptaBrasil MCTI.

  • Agregado de desmatamento do PRODES Caatinga até 2000. O desmatamento completo no bioma Caatinga deve considerar toda a série histórica do dado de incrementos no desmatamento. Este conjunto de dados é composto pelos dados de desmatamento e reservatório, sendo discriminados pela classe principal, atributo 'main_class'. Ver o metadado relacionado a reservatórios: http://terrabrasilis.dpi.inpe.br/geonetwork/srv/eng/catalog.search#/metadata/1e2247ed-f164-4b8d-9573-13c321a519bc O PRODES considera como desmatamento a supressão da vegetação nativa, independentemente da futura utilização destas áreas. Os limites dos biomas brasileiros foram alterados conforme publicação do IBGE de 30/10/2019. Este conjunto de dados foi ajustado para o novo recorte. https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-sala-de-imprensa/2013-agencia-de-noticias/releases/25798-ibge-lanca-mapa-inedito-de-biomas-e-sistema-costeiro-marinho O produto: Este recurso contém polígonos que identificam áreas de supressão da vegetação nativa no bioma Caatinga consolidadas em 2000. Foi construído a partir da interpretação visual de imagens Landsat-8/OLI na composição R(5)G(6)B(4) - com resolução de 30m - e em escala de trabalho de 1:75.000. A área mínima mapeada é de um hectare (1 ha). O produto é compatível com a escala final de 1:250.000. A área total do bioma Caatinga é de 862.640 km². Descrição dos atributos do dado composto por: nome do atributo, tipo do dado e descrição -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- uuid - texto - identificador único universal de cada feição (RFC 4122, ISO/IEC 9834-8:2005) uid - número - identificador para rastreabilidade da feição na origem/produção do dado geom - feição composta por um ou mais polígonos - geometria obtida por interpretação visual de imagem de satélite. source - texto - nome da origem do poligono (amazonia, cerrado, caatinga, mata_atlantica, pampa, pantanal), caso o polígono tenha sido incorporado de outro projeto, por exemplo, devido à alteração do mapa de biomas ou ainda às zonas da amazônia legal no cerrado e pantanal path_row - texto - código da cena formado por linha/coluna da grade de passagem do satélite Landsat satellite - texto - nome do satélite. Em geral será o landsat mas em alguns casos, outro satélites podem ser utilizados. sensor - texto - nome do sensor que obteve a imagem. state - texto - nome do estado, unidade da federação, quando aplicável. main_class - texto - nome da classe principal atribuída à feição class_name - texto - nome da classe específica atribuída à feição def_cloud - número - indica se havia nuvem em ano anterior sobre a feição. (Não se aplica ao bioma Pampa) julian_day - número - dia juliano (Não se aplica ao bioma Pampa) image_date - data - data da cena usada para obter a feição year - número - ano da feição, usado para facilitar as consultas ao banco de dados area_km - número - área calculada para a feição em km² scene_id - número - identificador da cena no banco de dados, usado para consultas (Não se aplica ao bioma Pampa) publish_year - data - usado para permitir a publicação do dado no GeoServer com dimensão temporal (quando aplicável) pub_date - texto - informação da data de publicação no formato "YYYYMMDD" sendo: YYYY=ano 4 dígitos, MM=mês e DD=dia, atualizada de forma automática a cada exportação do dado para os arquivos vetoriais: Shapefile e GeoPackage. Esta lista de atributos é padronizada com base no dado de desmatamento, classe principal do PRODES. Para as demais classes o preenchimento ocorre apenas quando aplicável. Sobre UUID -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- https://www.postgresql.org/docs/13/datatype-uuid.html https://www.rfc-editor.org/rfc/rfc4122

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    Grau de contato em que a população e moradias estão sujeitas aos desastres geo-hidrológicos (deslizamento de terra e inundações, enxurradas e alagamentos), considerando a distribuição geográfica desses elementos no espaço geográfico, ou com a proximidade de áreas potenciais de impacto. O Índice de Exposição é resultante da composição dos indicadores temáticos - moradias em ambiente de risco e densidade demográfica - sendo considerado o maior valor dentre esses indicadores para compor o valor deste Índice. Fontes: ADGER, W. N.. Vulnerability. Global Environmental Change, v. 16, n. 3, p. 268-281, ago. 2006. GALLOPÍN, G. C.. Box 1: A systemic synthesis of the relations between vulnerability, hazard, exposure and impact, aimed at policy identification. In: Economic Commission for Latin American and the Caribbean (ECLAC). Handbook for Estimating the Socio-Economic and Environmental Effects of Disasters. Mexico, D.F.: ECLAC, LC/MEX/G.S., p. 2-5, 2003. INTERGOVERNMENTAL PANEL ON CLIMATE CHANGE - IPCC. Climate Change 2014: Synthesis Report. Working Groups I, II and III to the Fifth Assessment Report of the Intergovernmental Panel on Climate Change [Core Writing Team, R.K. Pachauri and L.A. Meyer (eds.)]. IPCC, Geneva, Switzerland, 151 pp. KASPERSON, J. X.; KASPERSON, R. E.; TURNER II., B. L., SCHILLER, A., HSIEL, W. H.. Vulnerability to global environmental change. In: KASPERSON, J. X.; KASPERSON, R. E. (Eds.), Social Contours of Risk, vol. II. Earthscan, London, 2005. p. 245-285. População em áreas de risco no Brasil / IBGE, Coordenação de Geografia.Rio de Janeiro: IBGE, 2018.

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    Grau de suscetibilidade a danos, com potencial para mudança ou transformação da infraestrutura rodoviária, quando confrontado com uma ameaça. O Índice de Vulnerabilidade está vinculado a sensibilidade da infraestrutura às alterações climáticas como as altas temperaturas. Fontes: Ministério dos Transportes. P5 – Análise de Risco Climático. Rio de Janeiro: Ministério dos Transportes, 2022. 117p. GALLOPÍN, G. C.. Linkages between vulnerability, resilience, and adaptive capacity. Global Environmental Change, v. 16, p. 293-303, 2006. INTERGOVERNMENTAL PANEL ON CLIMATE CHANGE - IPCC. Climate Change 2014: Synthesis Report. Working Groups I, II and III to the Fifth Assessment Report of the Intergovernmental Panel on Climate Change [Core Writing Team, R.K. Pachauri and L.A. Meyer (eds.)]. IPCC, Geneva, Switzerland, 151 pp.

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    As Obras de Arte Especiais são um conjunto de itens da infraestrutura rodoviária que se define como Pontes, Viadutos, Túneis, etc. que são ativos críticos que estão mais expostos aos impactos de ameaças climáticas e, consequentemente, impactos biofísicos, dependendo de sua localização geográfica. Com a base de dados georreferenciada da localização das Obras de Arte Especiais, foi realizada a normalização desse indicador, seguindo o Método Máx-Mín, usando como valor mínimo o resultado do cálculo 0,01 e máximo 1. A localização das Obras de Arte Especiais foi disponibilizada pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) em 2018. Fontes: Ministério dos Transportes. Produto 4 – Análise de Vulnerabilidade e Exposição da Infraestrutura Federal de Transportes Terrestres. Rio de Janeiro: Ministério dos Transportes, 2022. 33p.

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    Indicador de sensibilidade considerando a temática de infraestrutura básica, reflete a susceptibilidade da população em relação ao acesso a fontes diretas de água potável adequadas. Em contextos de crise hídrica, a população que depende de fontes de abastecimento inadequadas enfrenta dificuldades não apenas para atender suas necessidades básicas de água, mas também para garantir uma dieta alimentar adequada. Assim, quanto maior o risco de desabastecimento de água, maior a sensibilidade das famílias à insegurança alimentar. Indicador calculado a partir da razão entre (i) a soma do número de moradores em domicílios particulares permanentes ocupados que possuem como formas principais de abastecimento de água: rede geral de distribuição; poço profundo ou artesiano; poço raso, freático ou cacimba; fonte, nascente ou mina; água da chuva armazenada; e rios, açudes, córregos, lagos e igarapés; e (ii) o número total de moradores em domicílios particulares permanentes ocupados. Foi aplicada a técnica de winsorização (winsorization em inglês) para retirada de valores outliers e em seguida, realizou-se a normalização simples dos dados. Dados obtidos no Censo Demográfico em nível municipal disponibilizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para 2010. Fonte: Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas - AdaptaBrasil MCTI.

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    Indicador simples de sensibilidade que compõe o indicador temático densidade. Este indicador busca inferir uma potencial sensibilidade de prejudicar a estrutura e o funcionamento dos ecossistemas, uma vez que a alta densidade estabelecimentos agropecuários pode favorecer a fragmentação de habitats naturais e o uso intensivo de recurso. O cálculo desse indicador foi obtido razão entre o número de estabelecimentos agropecuários e a área destes estabelecimentos no município. Assim, quanto maior for o indicador, maior será a sensibilidade. Os dados de número de estabelecimentos agropecuários e área dos estabelecimentos agropecuários nos municípios são obtidos no Censo Agropecuário disponibilizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para 2017. Fonte: Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas - AdaptaBrasil MCTI.

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    Sensibilidade do sistema socioecológico à pressão de atividades antrópicas e ao comprometimento da qualidade ambiental diante de uma situação de escassez hídrica ou indisponibilidade hídrica. O temático mensura as condições minimamente saudáveis para o meio ambiente e para a garantia das funções ecológicas do ponto de vista do resguardo da qualidade dos recursos hídricos. São considerados os indicadores: áreas degradadas e/ou desmatadas, áreas com solos susceptíveis à erosão, vazão ecológica para usos ecossistêmicos e segurança das barragens e rejeitos da mineração. Fonte: Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas - AdaptaBrasil MCTI.