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A realização regular de reuniões com a equipe para discutir a adaptação foi levantado como parte das medidas de gestão que aumentam a resiliência do setor portuário frente às mudanças do clima. Tal indicador foi obtido por meio do formulário aplicado com os 21 portos públicos analisados, no qual os portos apontaram se adotaram (1,00) ou não (0,00) essa medida. O formulário foi aplicada pela WayCarbon em 2020. Fontes: ANTAQ. Impactos e Riscos da Mudança do Clima nos Portos Públicos Costeiros Brasileiros. Brasília: Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ), 2021. 311 páginas.
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Indicador simples de capacidade adaptativa que compõe o indicador temático instrumentos financeiros e políticas públicas. Ele representa o percentual de agricultores familiares atendidos pelo Programa Garantia Safra. O Programa Garantia Safra é um seguro destinado a agricultores de baixa renda (até um salário-mínimo e meio) cadastrados no programa, que passam a receber o benefício quando o município em que moram comprova a perda de, pelo menos, 50% do conjunto das produções de feijão, milho, arroz, mandioca e algodão em razão de estiagem ou excesso hídrico. Indicador obtido pela razão entre a média do número de produtores familiares aderidos ao Programa Garantia Safra e o número de estabelecimentos agropecuários com agricultura familiar, multiplicado por 100. Foi realizada uma padronização, onde se considerou duas situações: 1) os municípios sem informação receberam valores vazios; 2) os demais municípios foram normalizados a partir do valor mínimo atribuído (0,30), com a retirada de outliers nos dados brutos. Os dados relacionados ao Programa foram obtidos do Relatório Quantitativo de Implementação - por município para os anos 2017 a 2021 disponibilizado pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar - MDA. O número de estabelecimentos agropecuários com agricultura familiar foi obtido do Censo Agropecuário, disponibilizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para 2017. Fonte: Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas - AdaptaBrasil MCTI.
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O sistema socioecológico é um dos componentes do sistema terrestre vulneráveis às ameaças climáticas. Na versão 2.0 do AdaptaBrasil MCTI, essas ameaças podem ser causadas por fatores externos (especificamente climáticos, como a seca) ou por fatores endógenos (componentes internos do sistema que afetam sua funcionalidade), ambos capazes de impactá-lo de forma significativa, seja gradual ou repentinamente, interferindo no acesso e consumo de alimentos, especialmente os saudáveis. Para este setor, o Índice de Ameaça Climática considera o risco de impacto da seca na disponibilidade de alimentos como fator central. Esse risco se manifesta na queda da produtividade e na redução de áreas adequadas para lavouras e/ou pecuária, resultando em falhas ou interrupções na produção de alimentos in natura para consumo doméstico, que variam conforme o tipo de produção e a região afetada, impactando diretamente o acesso da população a alimentos. Fontes: FOOD AND AGRICULTURE ORGANIZATION/NATIONAL DROUGHT MITIGATION CENTER - FAO/NDMC.The Near East Drought Planning Manual. Food and Agriculture Organization of the United Nations (FAO): Rome: Italy, 2008. GALLOPÍN, G. C.. Box 1: A systemic synthesis of the relations between vulnerability, hazard, exposure and impact, aimed at policy identification. In: Economic Commission for Latin American and the Caribbean (ECLAC). Handbook for Estimating the Socio-Economic and Environmental Effects of Disasters. Mexico, D.F.: ECLAC, LC/MEX/G.S., p. 2-5, 2003. INTERGOVERNMENTAL PANEL ON CLIMATE CHANGE - IPCC. Climate Change 2014: Synthesis Report. Working Groups I, II and III to the Fifth Assessment Report of the Intergovernmental Panel on Climate Change [Core Writing Team, R.K. Pachauri and L.A. Meyer (eds.)]. IPCC, Geneva, Switzerland, 151 pp.
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É computada o número de dias com temperatura máxima acima de 30°C. O período de referência é de 1981-2000, e os dados foram obtidos da fase 6 do Coupled Model Intercomparison Project (CMIP6). Fontes: Ministério dos Transportes. Produto 3 – Relatório de Identificação das Ameaças Climáticas. Rio de Janeiro: Ministério dos Transportes, 2022. 20p.
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É computado o número máximo de dias consecutivos com chuva na escala anual, pois os impactos considerados no estudo não tem relação direta com mudanças na sazonalidade. O período de referência é de 1981-2000, e os dados foram obtidos da fase 6 do Coupled Model Intercomparison Project (CMIP6). Fontes: Ministério dos Transportes. Produto 3 – Relatório de Identificação das Ameaças Climáticas. Rio de Janeiro: Ministério dos Transportes, 2022. 20p.
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Índice de Condição da Superfície (ICS) reflete a situação funcional dos pavimentos, quanto melhor o ICS do trecho rodoviário, menor seria sua sensibilidade aos impactos biofísicos. A ICS foi ponderada pelos especialistas em 0,01 - Ótimo; 0,25 - Bom; 0,50 - Regular; 0,75- Ruim; 1,0 - Péssimo. O Índice de Condição da Superfície (ICS) foi disponibilizado pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) em 2018. Fontes: Ministério dos Transportes. Produto 4 – Análise de Vulnerabilidade e Exposição da Infraestrutura Federal de Transportes Terrestres. Rio de Janeiro: Ministério dos Transportes, 2022. 33p.
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Capacidade do sistema socioecológico de se preparar e se ajustar às alterações climáticas ou aos danos climáticos potenciais para a Leishmaniose Visceral, principalmente para diminuir os impactos negativos, aproveitar as oportunidades existentes para responder às consequências das ameaças climáticas sobre o desfecho analisado. O Índice de Capacidade Adaptativa é composto pelo indicador temático: Acesso aos serviços de saúde. Fontes: ADGER, W. N. Vulnerability. Global Environmental Change, v. 16, n. 3, p. 268–281, ago. 2006. GALLOPÍN, G. C.. Box 1: A systemic synthesis of the relations between vulnerability, hazard, exposure and impact, aimed at policy identification. In: Economic Commission for Latin American and the Caribbean (ECLAC). Handbook for Estimating the Socio-Economic and Environmental Effects of Disasters. Mexico, D.F.: ECLAC, LC/MEX/G.S., p. 2-5, 2003. GALLOPÍN, G. C.. Linkages between vulnerability, resilience, and adaptive capacity. Global Environmental Change, v. 16, p. 293-303, 2006. INTERGOVERNMENTAL PANEL ON CLIMATE CHANGE - IPCC. Climate Change 2014: Synthesis Report. Working Groups I, II and III to the Fifth Assessment Report of the Intergovernmental Panel on Climate Change [Core Writing Team, R.K. Pachauri and L.A. Meyer (eds.)]. IPCC, Geneva, Switzerland, 151 pp.
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Capacidade municipal de eficiência da gestão fiscal, trazendo como foco a administração dos recursos públicos pelas prefeituras. O indicador é composto por quatro indicadores: Autonomia, que é o resultado da diferença entre a receita local e da estrutura administrativa, dividido pela receita corrente líquida; Gastos com pessoal dividido pela Receita Corrente Líquida; Liquidez, que é a diferença entre o caixa e restos a pagar, dividido pela receita corrente líquida; e Investimentos dividido pela Receita Total. Indicador resultante da média da série histórica de 2013 - 2019, dos dados produzidos pela Federação das Indústrias do estado do Rio de Janeiro (Firjan). Fonte: Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas - AdaptaBrasil MCTI.
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Sensibilidade dos municípios em relação aos sistemas públicos de infraestrutura de saneamento básico e os sistemas de mobilidade intramunicipal e de acessibilidade às cidades. É resultante de uma média simples de "Falta de mobilidade urbana"; "Inacessibilidade às cidades"; "Nível de falta de acesso ao saneamento básico"; e "Inexistência de manejo de águas pluviais". Fontes: Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas - AdaptaBrasil MCTI. PBMC, 2016: Mudanças Climáticas e Cidades. Relatório Especial do Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas [Ribeiro, S.K., Santos, A.S. (Eds.)]. PBMC, COPPE – UFRJ. Rio de Janeiro, Brasil. 98p.
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Este indicador é baseado em médias anuais da temperatura mínima no município. Este indicador representa a magnitude e o sinal de variação da temperatura mínima baseado em valores referências obtidos no período histórico, isto é, entre 1986 e 2005. Este indicador permite avaliar se haverá um indicativo de redução ou aumento na temperatura mínima para a localidade escolhida. Os dados climáticos foram obtidos em: Coordinated Regional Climate Downscaling Experiment (CORDEX). Fonte: Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas - AdaptaBrasil MCTI.
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