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Grau, duração e/ou extensão em que a infraestrutura rodoviária está sujeita à ameaça climática (altas temperaturas), considerando a distribuição de elementos de superfície local, resultante da relação entre a infraestrutura rodoviária e a ameaça climática em questão. A exposição a uma ameaça particular pode ser determinada independentemente da vulnerabilidade. O Índice de Exposição é calculado, por localização do eixo central da rodovia, a partir da agregação ponderada dos indicadores Localização da OAE e Volume Médio Diário Anual (VMDA). Fontes: Ministério dos Transportes. P5 – Análise de Risco Climático. Rio de Janeiro: Ministério dos Transportes, 2022. 117p. ADGER, W. N.. Vulnerability. Global Environmental Change, v. 16, n. 3, p. 268-281, ago. 2006. GALLOPÍN, G. C.. Box 1: A systemic synthesis of the relations between vulnerability, hazard, exposure and impact, aimed at policy identification. In: Economic Commission for Latin American and the Caribbean (ECLAC). Handbook for Estimating the Socio-Economic and Environmental Effects of Disasters. Mexico, D.F.: ECLAC, LC/MEX/G.S., p. 2-5, 2003. INTERGOVERNMENTAL PANEL ON CLIMATE CHANGE - IPCC. Climate Change 2014: Synthesis Report. Working Groups I, II and III to the Fifth Assessment Report of the Intergovernmental Panel on Climate Change [Core Writing Team, R.K. Pachauri and L.A. Meyer (eds.)]. IPCC, Geneva, Switzerland, 151 pp. KASPERSON, J. X.; KASPERSON, R. E.; TURNER II., B. L., SCHILLER, A., HSIEL, W. H.. Vulnerability to global environmental change. In: KASPERSON, J. X.; KASPERSON, R. E. (Eds.), Social Contours of Risk, vol. II. Earthscan, London, 2005. p. 245-285.
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AdaptaBrasil: Segurança alimentar - Acesso e consumo de alimentos - Média de moradores por domicílio
Indicador de sensibilidade considerando a temática perfil da população, representa a capacidade habitacional e de infraestrutura de domicílios em relação ao espaço disponível para cada morador. O domicílio mais densamente povoado é mais susceptível às adversidades socioeconômicas, intensificadas por impactos negativos de eventos climáticos como a seca. Quanto maior o número de moradores por domicílio, maior será a limitação para execução das ações de adaptação e de sobrevivência do núcleo domiciliar. Este indicador é uma estimativa da densidade média de moradores em domicílios particulares ocupados para 2022. Para esta estimativa, aplicou-se dois procedimentos matemáticos: (i) soma entre o valor da média de moradores em domicílios particulares ocupados em 2010 e a diferença proporcional dos valores da variável entre os dois últimos censos disponíveis (2010/2000 ou 2010/1991); (ii) ponderação do valor obtido em (i) pela taxa de crescimento populacional de cada município para 2022. Foi aplicada a técnica de winsorização (winsorization em inglês) para retidada de valores outliers e em seguida, realizou-se a normalização simples dos dados. Os dados referente a média de moradores em domicílios particulares ocupados foram obtidos no Censo Demográfico disponibilizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para 1991, 2000 e 2010 em nível municipal. O dado de taxa de crescimento da população (2010/2022) foi obtido no DATASUS disponibilizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Fonte: Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas - AdaptaBrasil MCTI.
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Índice de Condição da Superfície (ICS) reflete a situação funcional dos pavimentos, quanto melhor o ICS do trecho rodoviário, menor seria sua sensibilidade aos impactos biofísicos. O ICS foi ponderado pelos especialistas em 0,01 - Ótimo; 0,25 - Bom; 0,50 - Regular; 0,75- Ruim; 1,0 - Péssimo. O Índice de Condição da Superfície (ICS) foi disponibilizado pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) em 2018. Fontes: Ministério dos Transportes. Produto 4 – Análise de Vulnerabilidade e Exposição da Infraestrutura Federal de Transportes Terrestres. Rio de Janeiro: Ministério dos Transportes, 2022. 33p.
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É computada a chuva máxima acumulada em 5 dias na escala anual, pois os impactos considerados no estudo não tem relação direta com mudanças na sazonalidade. O período de referência é de 1981-2000, e os dados foram obtidos da fase 6 do Coupled Model Intercomparison Project (CMIP6). Fontes: Ministério dos Transportes. Produto 3 – Relatório de Identificação das Ameaças Climáticas. Rio de Janeiro: Ministério dos Transportes, 2022. 20p.
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A infraestrutura portuária, assim como a operação e logística dos portos, pode ser afetada pelas ameaças climáticas como o aumento do nível do mar. Por convenção, o termo ameaça climática no AdaptaBrasil será utilizado para denotar fatores externos (especificamente climáticos) que interagem com a infraestrutura portuária analisada e que possuem capacidade de impactar de forma significativa as operações e logística dos portos, seja de forma lenta ou repentina. O Índice de Ameaça Climática para aumento do nível do mar é composto pelo indicador: Inundação anual devido ao aumento do nível do mar. Fontes: ANTAQ. Impactos e Riscos da Mudança do Clima nos Portos Públicos Costeiros Brasileiros. Brasília: Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ), 2021. 311 páginas.
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É computado o índice de duração de ondas de calor na escala anual, pois os impactos considerados no estudo não tem relação direta com mudanças na sazonalidade. O período de referência é de 1981-2000, e os dados foram obtidos da fase 6 do Coupled Model Intercomparison Project (CMIP6). Fontes: Ministério dos Transportes. Produto 3 – Relatório de Identificação das Ameaças Climáticas. Rio de Janeiro: Ministério dos Transportes, 2022. 20p.
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A realização regular de reuniões com a equipe para discutir a adaptação foi levantado como parte das medidas de gestão que aumentam a resiliência do setor portuário frente às mudanças do clima. Tal indicador foi obtido por meio do formulário aplicado com os 21 portos públicos analisados, no qual os portos apontaram se adotaram (1,00) ou não (0,00) essa medida. O formulário foi aplicada pela WayCarbon em 2020. Fontes: ANTAQ. Impactos e Riscos da Mudança do Clima nos Portos Públicos Costeiros Brasileiros. Brasília: Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ), 2021. 311 páginas.
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Indicador de sensibilidade considerando a temática perfil da população, representado pelas mães chefes de família, sem ensino fundamental completo, de baixa renda e com, pelo menos, um filho menor de 15 anos de idade. Mães chefes de família enfrentam diversas barreiras que comprometem sua segurança alimentar e da família que ela é responsável, como a falta de educação formal, que limita o acesso a informações cruciais sobre gestão financeira e nutrição. A condição de chefe de família, combinada com a baixa renda, resulta em uma pressão econômica significativa, dificultando a aquisição de alimentos adequados em quantidade e qualidade. Além disso, a responsabilidade de sustentar filhos menores intensifica a vulnerabilidade desse grupo, tornando-o mais suscetível a crises econômicas e climáticas. Neste sentido, quanto maior o valor percentual deste indicador, maior é a sensibilidade. Indicador obtido pela multiplicação entre os percentuais (i) de mulheres que são responsáveis pelo domicílio, que não possuem o ensino fundamental completo e têm pelo menos 1 filho de idade inferior a 15 anos e (ii) da população representada pela classe "E", calculada a partir da razão entre o número de pessoas de 10 anos ou mais de idade nas classes de rendimento de até 2 salários mínimos e o número total de pessoas. Foi aplicada a técnica de winsorização (winsorization em inglês) para retidada de valores outliers e em seguida, realizou-se a normalização simples dos dados. Os dados referente às mães chefes de família, sem fundamental completo foram obtidos no Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil disponibilizado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD Brasil) para 2010 e os dados sobre o número de pessoas de 10 anos ou mais de idade (total e por classes de rendimento nominal mensal) foram obtidos no Censo Demográfico disponibilizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para 2010. Fonte: Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas - AdaptaBrasil MCTI.
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O indicador reflete a relação entre o potencial de armazenamento de energia em reservatórios de hidrelétricas, por subsistema, e sua respectiva carga (ou, consumo de eletricidade). É calculado a partir da média da razão entre a energia armazenada e a carga para os últimos 10 anos (2010-2019). Esse valor foi normalizado, considerando os quatro subsistemas. A energia armazenada e a carga são encontrados no site do Operador Nacional do Sistema (ONS). Fonte: Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas - AdaptaBrasil MCTI.
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As Obras de Arte Especiais são um conjunto de itens da infraestrutura rodoviária que se define como Pontes, Viadutos, Túneis, etc. que são ativos críticos que estão mais expostos aos impactos de ameaças climáticas e, consequentemente, impactos biofísicos, dependendo de sua localização geográfica. Com a base de dados georreferenciada da localização das Obras de Arte Especiais, foi realizada a normalização desse indicador, seguindo o Método Máx-Mín, usando como valor mínimo o resultado do cálculo 0,01 e máximo 1. A localização das Obras de Arte Especiais foi disponibilizada pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) em 2018. Fontes: Ministério dos Transportes. Produto 4 – Análise de Vulnerabilidade e Exposição da Infraestrutura Federal de Transportes Terrestres. Rio de Janeiro: Ministério dos Transportes, 2022. 33p.
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