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A inclusão da adaptação à mudanças do clima no orçamento foi levantada como parte das medidas de gestão que aumentam a resiliência do setor portuário frente às mudanças do clima, como o vendaval. Tal indicador foi obtido por meio do formulário aplicado com os 21 portos públicos analisados, no qual os portos apontaram se adotaram (1,00) ou não essa medida (0,00). O formulário foi aplicada pela WayCarbon em 2020. Fontes: ANTAQ. Impactos e Riscos da Mudança do Clima nos Portos Públicos Costeiros Brasileiros. Brasília: Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ), 2021. 311 páginas.
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Risco de impacto das mudanças climáticas para a infraestrutura rodoviária devido ao impacto de erosão é resultante da interação entre os eventos climáticos relacionados à precipitação intensa, vulnerabilidade e exposição das rodovias federais. A erosão pode ocorrer quando há alto volume de precipitação em pouco tempo ou dias consecutivos de chuva. Além desses eventos climáticos, a erosão tende a ser agravada devido a sensibilidade da superfície vegetação degradada ou inadequada e a topografia favorável aos processos erosivos. A erosão pode causar uma série de danos em elementos da infraestrutura rodoviária, os vários elementos da infraestrutura rodoviária expostos às diferentes formas de erosão e seus impactos intermediários, tal como o assoreamento, podem sofrer danos significativos ou até o colapso da estrutura. Fontes: Ministério dos Transportes. P5 – Análise de Risco Climático. Rio de Janeiro: Ministério dos Transportes, 2022. 117p.
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A demanda de resfriamento por ar condicionado é considerada o maior impacto pelo lado da demanda no setor elétrico. Os cálculos da demanda para o presente consideraram a metodologia adotada pela Nota Técnica EPE 030/2018 e por Bezerra et al. (2021), com atualização da população e da posse de equipamentos para o ano de 2019. As estimativas de demanda futura de ar condicionado consideram o aumento regional proveniente da Quarta Comunicação Nacional do Brasil à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (4CN). Os dados de posse de ar condicionado são da Pesquisa de Posse e Hábitos de Uso de Equipamentos Elétricos na Classe Residencial 2019 (ELETRPBRAS) e a população provém das Estimativas de População do ano de 2019, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A metodologia utilizada está disponível na NOTA TÉCNICA EPE 030/2018 - Uso de Ar Condicionado no Setor Residencial Brasileiro: Perspectivas e contribuições para o avanço em eficiência energética, da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e no trabalho "Impacts of a warmer world on space cooling demand in Brazilian households" de Bezerra et al., 2021. Fonte: Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas - AdaptaBrasil MCTI.
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O indicador é resultado da razão entre o consumo elétrico residencial total (em GWh), por estado, pela população residente em cada estado. Em seguida, esse valor é normalizado. O consumo residencial é disponibilizado em nível estadual, para o ano de 2018, no Anuário Estatístico de Energia Elétrica 2020, da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e Ministério de Minas e Energia (MME). A população provém das Estimativas de População do ano de 2019 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Fonte: Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas - AdaptaBrasil MCTI.
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Grau, duração e/ou extensão em que o sistema está sujeito à ameaça climática ao setor elétrico, considerando a distribuição de elementos de superfície local (como cobertura vegetal, áreas impermeáveis, declividade etc.), resultante da relação entre o sistema e a ameaça climática em questão. A exposição a uma ameaça particular pode ser determinada independentemente da vulnerabilidade. O Índice de Exposição é resultante da composição dos indicadores de densidade populacional por município e o percentual de indústrias energointensivas na região. Fontes: ADGER, W. N.. Vulnerability. Global Environmental Change, v. 16, n. 3, p. 268-281, ago. 2006. GALLOPÍN, G. C.. Box 1: A systemic synthesis of the relations between vulnerability, hazard, exposure and impact, aimed at policy identification. In: Economic Commission for Latin American and the Caribbean (ECLAC). Handbook for Estimating the Socio-Economic and Environmental Effects of Disasters. Mexico, D.F.: ECLAC, LC/MEX/G.S., p. 2-5, 2003. INTERGOVERNMENTAL PANEL ON CLIMATE CHANGE - IPCC. Climate Change 2014: Synthesis Report. Working Groups I, II and III to the Fifth Assessment Report of the Intergovernmental Panel on Climate Change [Core Writing Team, R.K. Pachauri and L.A. Meyer (eds.)]. IPCC, Geneva, Switzerland, 151 pp. KASPERSON, J. X.; KASPERSON, R. E.; TURNER II., B. L., SCHILLER, A., HSIEL, W. H.. Vulnerability to global environmental change. In: KASPERSON, J. X.; KASPERSON, R. E. (Eds.), Social Contours of Risk, vol. II. Earthscan, London, 2005. p. 245-285.
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A desigualdade de renda no território municipal contribui para a distribuição desigual das áreas e populações vulneráveis a desastres geo-hidrológicos. Indicador calculado pela média dos cinco melhores desempenhos Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil e o percentual da renda municipal detida pelos 20% mais pobres sobre a renda total de todas as faixas. Índice produzido pelo Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil, a partir de dados do Censo do IBGE de 2010. Fontes: Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas - AdaptaBrasil MCTI. INTERGOVERNMENTAL PANEL ON CLIMATE CHANGE - IPCC. Climate Change 2014: Synthesis Report. Working Groups I, II and III to the Fifth Assessment Report of the Intergovernmental Panel on Climate Change [Core Writing Team, R.K. Pachauri and L.A. Meyer (eds.)]. IPCC, Geneva, Switzerland, 151 pp.
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A presença de rodovias de maior fluxo de veículos e pessoas, como rodovias federais e estaduais, podem aumentar o fluxo de pessoas e, por consequência, do agente etiológico da Leishmaniose Visceral. Além do fluxo de pessoas, também favorece a criação e desenvolvimentos de assentamentos rurais, o que também favorece a criação e desenvolvimento dos vetores do desfecho. O indicador temático Malha rodoviária é igual aos valores de seu indicador simples: Densidade de rodovias federais e/ou estaduais. Fonte: Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas - AdaptaBrasil MCTI.
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Capacidade municipal na gestão dos resíduos sólidos e ações periódicas de limpeza pública em épocas de chuva. Indicador de capacidade adaptativa, com ações de curto, médio e longo prazos de planejamento. Composto pelas variáveis: Existência de limpeza periódica dos bueiros da cidade, especialmente, antes do período de chuvas e Municípios com Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos, ambos coletados na Pesquisa de Informações Básicas Municipais, disponibilizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para 2020, tabelas 8541 e 8488, respectivamente. Fonte: Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas - AdaptaBrasil MCTI.
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Indicador simples de capacidade adaptativa que compõe o indicador temático Aspectos Econômicos e Potencial de Intensificação da Produção. Representa o potencial de expansão da produção agrícola em áreas de pastagem no municipio. A conversão de pastagens em terras agrícolas cria novas oportunidades de renda para os agricultores, proporcionando uma rede de segurança financeira durante períodos de seca, pois aumenta a produção de alimentos sem a necessidade de expandir para áreas de vegetação natural, otimizando o uso da terra e dos recursos hídricos. O indicador foi obtido por meio da razão entre a área de pastagem com potencial de expansão agrícola e a área total de pastagem no município. Para o cálculo das áreas de pastagem com potencial de expansão agrícola foram somadas as unidades celulares referente as classes de potencial agrícola A1 e A2 (terra com muito bom potencial e bom potencial para desenvolvimento agrícola, respectivamente) e depois o valor foi multiplicado pelo tamanho médio da célula (31,8455223742764 metros). A metodologia empregada foi a normalização com retirada de outliers nos dados brutos. Posteriormente, foi aplicada uma máscara (aplicação de valores vazios) nos municípios que possuem 20% ou mais da sua área com áreas protegidas e 40% ou menos de representatividade da produção agropecuária com o intuito de atenuar os efeitos do risco nessas localidades. A área total de pastagem foi obtida no Censo Agropecuário disponibilizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para 2017 e a área com potencial de expansão agrícola em pastagens foi obtida em Dataset (variável: pasto_degrad_go_nogo_potencialidade_munic.tab) disponibilizado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) para 2024. Fontes: <a href="https://doi.org/10.48432/38F7MN">Victoria, Daniel de Castro; Bolfe, Édson Luis; Sano, Edson Eyji; Bayma, Gustavo; Massruhá, Sílvia Maria Fonseca; Oliveira, Aryeverton Fortes de, 2024, "Dataset for Potential of Agricultural Expansion in Degraded Pasture Lands in Brazil based on Geospatial Databases.", Redape, V1, 2024. Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas - AdaptaBrasil MCTI.
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Este indicador contabiliza o número de dias com precipitação igual ou superior a 1 mm para um período pré-determinado, no presente caso é considerado o intervalo anual. O valor de precipitação associado a estes dias também é computado e com base nestas duas informações é calculada a média simples de precipitação considerando apenas os dias em que a mesma ocorreu. Este indicador permite avaliar qual o comportamento da distribuição da precipitação, isto é, aumento ou redução seja no volume precipitante ou no número de dias com precipitação. Os valores de referência para a identificação destes padrões foram obtidos a partir do período histórico o qual é compreendido entre os anos de 1986 e 2005. Os dados climáticos foram obtidos em: Coordinated Regional Climate Downscaling Experiment (CORDEX). Fonte: Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas - AdaptaBrasil MCTI.
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