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A inclusão da adaptação à mudanças do clima no orçamento foi levantada como parte das medidas de gestão que aumentam a resiliência do setor portuário frente às mudanças do clima, como a tempestade. Tal indicador foi obtido por meio do formulário aplicado com os 21 portos públicos analisados, no qual os portos apontaram se adotaram (1,00) ou não essa medida (0,00). O formulário foi aplicada pela WayCarbon em 2020. Fontes: ANTAQ. Impactos e Riscos da Mudança do Clima nos Portos Públicos Costeiros Brasileiros. Brasília: Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ), 2021. 311 páginas.
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A maior circulação de veículos sobre as rodovias tende a tornar a operação e a infraestrutura rodoviária (degradação de pavimentos) mais expostas aos impactos de um dado impacto biofísico. Para a normalização desse indicador foi utilizado o Método Min-Max, usando como valor mínimo o resultado do cálculo 0,01 e máximo 1. O Volume Médio Diário Anual foi disponibilizada pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) em 2020. Fontes: Ministério dos Transportes. Produto 4 – Análise de Vulnerabilidade e Exposição da Infraestrutura Federal de Transportes Terrestres. Rio de Janeiro: Ministério dos Transportes, 2022. 33p.
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Grau em que um sistema socioecológico é potencialmente modificado ou afetado, direta ou indiretamente, por estímulos relacionados à ameaça climática que contribui para a ocorrência de desastres geo-hidrológicos. Também pode ser entendido como a razão entre a potencial mudança do sistema socioecológico decorrente de uma parcela de ameaça climática.A sensibilidade é uma propriedade inerente de um sistema socioecológico, existente antes da ameaça e independentemente da exposição desse sistema. O Índice de Sensibilidade é resultante da composição dos indicadores temáticos: condições socioeconômicas e demografia da população e deficiência em infraestrutura municipal. Fontes: GALLOPÍN, G. C.. Box 1: A systemic synthesis of the relations between vulnerability, hazard, exposure and impact, aimed at policy identification. In: Economic Commission for Latin American and the Caribbean (ECLAC). Handbook for Estimating the Socio-Economic and Environmental Effects of Disasters. Mexico, D.F.: ECLAC, LC/MEX/G.S., p. 2-5, 2003. INTERGOVERNMENTAL PANEL ON CLIMATE CHANGE - IPCC. CLIMATE CHANGE 2001: impacts, adaptation and vulnerability. Contribution of Working Group II to the Third Assessment Report of the Intergovernmental Panel on Climate Change [[Core Writing Team, J. J. McCartthy; O. F. Canziani; N. A. Leary; D. J. Dokken and K. S. White (eds.)]. IPCC, Cambridge, United Kingdom, 10p.
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A realização regular de reuniões com a equipe para discutir a adaptação foi levantado como parte das medidas de gestão que aumentam a resiliência do setor portuário frente às mudanças do clima. Tal indicador foi obtido por meio do formulário aplicado com os 21 portos públicos analisados, no qual os portos apontaram se adotaram (1,00) ou não (0,00) essa medida. O formulário foi aplicada pela WayCarbon em 2020. Fontes: ANTAQ. Impactos e Riscos da Mudança do Clima nos Portos Públicos Costeiros Brasileiros. Brasília: Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ), 2021. 311 páginas.
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Risco de impacto das mudanças climáticas para a infraestrutura rodoviária devido ao impacto de alagamento e inundação é resultante da interação entre os eventos climáticos relacionados à precipitação intensa, vulnerabilidade e exposição das rodovias federais. O alagamento e inundação são desencadeados quando o volume precipitado de chuvas é elevado em um pequeno intervalo de tempo e/ou ocorre um longo período de precipitação. Uma série de fatores pode contribuir para esses impactos como, por exemplo, a drenagem subdimensionada e entupida devido à falta de planejamento e manutenção, a impermeabilidade do solo e a vegetação degradada, que reduzem o potencial de infiltração de água no solo. Os elementos de infraestrutura rodoviária expostos ao alagamento e inundação (plataforma, pontes, viaduto, drenagem e outros) podem sofrer diminuição da vida útil devido a danos prematuros de materiais e estrutura. Fontes: Ministério dos Transportes. P5 – Análise de Risco Climático. Rio de Janeiro: Ministério dos Transportes, 2022. 117p.
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É computada o número de dias com temperatura máxima acima de 30°C. O período de referência é de 1981-2000, e os dados foram obtidos da fase 6 do Coupled Model Intercomparison Project (CMIP6). Fontes: Ministério dos Transportes. Produto 3 – Relatório de Identificação das Ameaças Climáticas. Rio de Janeiro: Ministério dos Transportes, 2022. 20p.
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Indicador simples de sensibilidade que compõe o indicador temático aspectos biofísicos. Esse indicador indica as perdas de cobertura vegetal natural do município. Perdas de cobertura vegetal podem afetar a qualidade ambiental para atividades produtivas no município. Áreas que apresentam solo com perda de cobertura vegetal sofrem com queda na fertilidade dos solos além de serem mais suscetíveis a erosão pluvial. O indicador é composto por três variáveis: (A) cobertura natural; (B) área total do município; (C) taxa de perdas na cobertura vegetal. A variável A foi gerada a partir da aglutinação das classes Floresta Manejada, Floresta Não Manejada, Floresta secundária, Campo Manejado, Campo Não Manejado, Campo secundário, Água, Outras formações lenhosas manejadas, Outras formações lenhosas não manejadas, Outras formações lenhosas secundárias, Dunas, Afloramento rochoso. A variável C foi gerada a partir do cálculo de taxa média anual de perdas na cobertura vegetal por unidade federativa entre os anos 2000-2020. Esse indicador foi calculado a partir da seguinte equação: (A/B)*C . Desta forma, extraindo a quantidade de áreas naturais por município, depois realizando a proporção desta área em relação a área total do município, multiplicado pelo taxa média anual de perdas na cobertura vegetal. Nesta metodologia foi empregada a normalização simples com a retirada de outliers nos dados brutos. O dado de áreas naturais é proveniente do mapeamento de uso e cobertura da terra, obtido do Inventário de Uso e Cobertura da Terra no Brasil da Quarta Comunicação Nacional do Brasil à Convenção do Clima das Nações Unidas para 2016; o dado de área total do município é disponibilizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para 2020; e o dado de taxa média anual de perdas na cobertura vegetal foi obtido do produto Desmatamento e Regeneração por Bioma, Estado e Município (COLEÇÃO 7.1) do portal MapBiomas para o período de 2000-2020. Fonte: Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas - AdaptaBrasil MCTI.
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Indicador simples de capacidade adaptativa que compõe o indicador temático instrumentos financeiros e políticas públicas. Este indicador quantifica o valor das transferências governamentais destinadas à agricultura, organização agrária e gestão ambiental, dividido pelo número de estabelecimentos agropecuários, fornecendo uma medida do apoio financeiro que o município recebe para investir nesse setor. Para composição deste indicador foram considerados todos os tipos de transferências (legais, voluntárias e específicas, além das transferências constitucionais e royaties) realizadas para a administração pública municipal e para o fundo público (denominados como favorecidos), nas áreas de atuação (função): agricultura, gestão ambiental, organização agrária e reserva de contingência. O indicador foi obtido a partir razão entre a média dos recursos financeiros repassados aos favorecidos nas funções especificadas acima e o número de estabelecimentos agropecuários. Nesta metodologia foi empregada a normalização por região administrativa com a retirada de outliers nos dados brutos. Posteriormente, foi aplicada uma máscara (aplicação de valores vazios) nos municípios que possuem 20% ou mais da sua área com áreas protegidas e 40% ou menos de representatividade da produção agropecuária com o intuito de atenuar os efeitos do risco nessas localidades. Dados em nível municipal, obtidos em Detalhamento das transferências de recursos disponibilizados pelo Portal da Transparência da Controladoria-Geral da União (CGU), para o período entre 2014 e 2022 e no Censo Agropecuário disponibilizadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para 2017. Fonte: Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas - AdaptaBrasil MCTI.
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Domicílios inadequados ou semi-inadequados reflete o grau de vulnerabilidade estrutural e sanitária da moradia, constituindo um fator direto de sensibilidade de moradias ao desastres naturais geo-hidrológicos, sendo ainda mais evidente se associado ao ambiente de risco geológico-geomorfológico em que se encontra a moradia. Este indicador é composto por domicílios com as seguintes características: com banheiro com escoadouro inapropriado (fossa rudimentar; vala; rio, lago ou mar; outros), com sanitário com escoadouro inapropriado (fossa rudimentar; vala; rio, lago ou mar; outros), sem banheiro ou sanitário, paredes externas de madeira aparelhada, paredes externas de taipa revestida ou parede externa não durável. O valor do indicador é resultado da razão entre a soma dos domicílios sob qualquer das situações citadas pelo total de domicílios no município, realizada a normalização para todos os municípios do país e tratamento de outliers por técnica de winsorization. Dado disponibilizado pelo Censo Demográfico do IBGE de 2010, SIDRA: Banco de Tabelas Estatísticas, tabela 3502. Fontes: Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas - AdaptaBrasil MCTI. .
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A condição da área abrigada foi utilizada para estimar a integridade estrutural da área abrigada dos portos. Os dados referentes à condição de área abrigada de cada um dos 21 portos públicos analisados foram obtidos por meio do World Port Index (WPI). Em 2020, posteriormente ao levantamento da condição abrigada de cada porto analisado, foi efetuada uma atribuição de valores para as classes apontadas. Sendo as classes: muito boa (0,2); boa (0,4); média (0,6); ruim (0,8); não possui (1). Os dados da sensibilidade de condição da área abrigada dos 21 portos para a ameça climática de aumento do nível do mar foram apresentados pela WayCarbon. Fontes: ANTAQ. Impactos e Riscos da Mudança do Clima nos Portos Públicos Costeiros Brasileiros. Brasília: Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ), 2021. 311 páginas.
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