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Presença e proximidade de grupos populacionais que podem ter o acesso aos alimentos dificultado devido a falhas ou interrupções na produção de alimentos in natura para consumo doméstico. Em períodos de instabilidade na disponibilidade de alimentos (ameaça climática), a população exposta enfrenta riscos significativos relacionados à insegurança alimentar, caracterizados pela redução do acesso a alimentos em termos de quantidade e qualidade. Essa informação é resultante da composição dos indicadores: densidade da população e população total. Fonte: Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas - AdaptaBrasil MCTI.
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A vulnerabilidade pode ser compreendida como a propensão ou predisposição para ser afetado negativamente, sendo obtida em função da sensibilidade ou suscetibilidade a danos e da capacidade de adaptação frente à ameaça climática de tempestade. Logo, para obtenção do nível de vulnerabilidade da infraestrutura dos 21 portos públicos analisados, utilizou-se a seguinte equação que relaciona o indicador de sensibilidade e capacidade adaptativa: "Vulnerabilidade=Sensibilidade * (1-Capacidade adaptatativa)". Fontes: ANTAQ. Impactos e Riscos da Mudança do Clima nos Portos Públicos Costeiros Brasileiros. Brasília: Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ), 2021. 311 páginas. INTERGOVERNMENTAL PANEL ON CLIMATE CHANGE - IPCC. Climate Change 2014: Synthesis Report. Working Groups I, II and III to the Fifth Assessment Report of the Intergovernmental Panel on Climate Change [Core Writing Team, R.K. Pachauri and L.A. Meyer (eds.)]. IPCC, Geneva, Switzerland, 151 pp.
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A maior circulação de veículos sobre as rodovias tende a tornar a operação e a infraestrutura rodoviária (degradação de pavimentos) mais expostas aos impactos de um dado impacto biofísico. Para a normalização desse indicador foi utilizado o Método Min-Max, usando como valor mínimo o resultado do cálculo 0,01 e máximo 1. O Volume Médio Diário Anual foi disponibilizada pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) em 2020. Fontes: Ministério dos Transportes. Produto 4 – Análise de Vulnerabilidade e Exposição da Infraestrutura Federal de Transportes Terrestres. Rio de Janeiro: Ministério dos Transportes, 2022. 33p.
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É computada a chuva máxima acumulada em 5 dias na escala anual, pois os impactos considerados no estudo não tem relação direta com mudanças na sazonalidade. O período de referência é de 1981-2000, e os dados foram obtidos da fase 6 do Coupled Model Intercomparison Project (CMIP6). Fontes: Ministério dos Transportes. Produto 3 – Relatório de Identificação das Ameaças Climáticas. Rio de Janeiro: Ministério dos Transportes, 2022. 20p.
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O acesso alternativo compõe a lista de medidas estruturais selecionadas que aumentam a resiliência do setor portuário frente às mudanças do clima. Tal indicador foi obtido por meio do formulário aplicado com os 21 portos públicos analisados, no qual os portos apontaram se adotaram ou não essa medida, bem como o seu status de implementação (0 - sem necessidade, 1 - necessária mais sem atividades, 2 - processo em andamento, mas com dificuldades, 3 - planeja e orçamento aprovado, 4 - em execução/implementação, 5 - realizada) para a ameaça climática de vendaval. Posteriormente, classificados em: muito baixa, baixa, média, alta, muito alta. O formulário foi aplicada pela WayCarbon em 2020. Fontes: ANTAQ. Impactos e Riscos da Mudança do Clima nos Portos Públicos Costeiros Brasileiros. Brasília: Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ), 2021. 311 páginas.
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Risco de impacto das mudanças climáticas para a infraestrutura rodoviária devido ao impacto de queimada é resultante da interação entre os eventos climáticos relacionados à alta temperatura, vulnerabilidade e exposição das rodovias federais. A alta temperatura pode impactar em expansão térmica em juntas de dilatação de pontes e superfícies pavimentadas, principalmente de concreto de cimento Portland e danos à integridade do pavimento em virtude de deflexões elevadas, fissuras transversais, redução da taxa de deformação do pavimento asfáltico e deformação permanente. Fontes: Ministério dos Transportes. P5 – Análise de Risco Climático. Rio de Janeiro: Ministério dos Transportes, 2022. 117p.
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Indicador simples climático que compõe o indicador temático resiliência climática. Este indicador busca predizer a relação dos biomas terrestres com o clima dominante. O cálculo desse indicador foi obtido a partir do valor médio de sazonalidade da precipitação no município. O dado de sazonalidade da precipitação foi obtido em Pinho et al. (2020) disponibilizado pela Quarta Comunicação Nacional do Brasil à Convenção do Clima das Nações Unidas, sendo que os autores adotaram a variável sazonalidade da precipitação a partir do Modelo Regional ETA, sob as condições de contorno do modelo global HadGEM2 ES (EtaHadGEM2 ES), desenvolvido pelo Inpe (CHOU et al., 2014) com resolução espacial de 0.20° (24 km) abrangendo toda a América do Sul. Fonte: Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas - AdaptaBrasil MCTI.
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Este indicador busca inferir uma potencial sensibilidade da população em relação à ocorrência da Leishmaniose Tegumentar Americana, uma vez que o Índice de Desenvolvimento Humano permite avaliar as vulnerabilidades relacionadas ao acesso educacional, renda e condições gerais de vida, visto que contempla a longevidade da população local. O indicador é igual ao IDH-M, seguida da normalização invertida (1- IDH-M) e multiplicação pelo peso atribuído por especialistas considerando a importância deste indicador à ocorrência da Leishmaniose Tegumentar Americana para os biomas brasileiros. A normalização invertida é necessária para que o valor do indicador fique em relação direta à sensibilidade e, assim, os menores valores de IDH-M, ou seja o baixo IDH-M, indicam maior sensibilidade do município à ocorrência da Leishmaniose Tegumentar Americana. Os dados de Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) são oriundos no Atlas do Desenvolvimento Humano elaborado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) para o ano de 2010. Fonte: Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas - AdaptaBrasil MCTI.
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Capacidade do sistema socioecológico de se preparar e se ajustar às alterações climáticas ou aos danos climáticos potenciais para a Leishmaniose Tegumentar Americana, principalmente para diminuir os impactos negativos, aproveitar as oportunidades existentes para responder às consequências das ameaças climáticas sobre o desfecho analisado. O Índice de Capacidade Adaptativa é composto pelo indicador temático: Acesso aos serviços de saúde. Fontes: ADGER, W. N. Vulnerability. Global Environmental Change, v. 16, n. 3, p. 268–281, ago. 2006. GALLOPÍN, G. C.. Box 1: A systemic synthesis of the relations between vulnerability, hazard, exposure and impact, aimed at policy identification. In: Economic Commission for Latin American and the Caribbean (ECLAC). Handbook for Estimating the Socio-Economic and Environmental Effects of Disasters. Mexico, D.F.: ECLAC, LC/MEX/G.S., p. 2-5, 2003. GALLOPÍN, G. C.. Linkages between vulnerability, resilience, and adaptive capacity. Global Environmental Change, v. 16, p. 293-303, 2006. INTERGOVERNMENTAL PANEL ON CLIMATE CHANGE - IPCC. Climate Change 2014: Synthesis Report. Working Groups I, II and III to the Fifth Assessment Report of the Intergovernmental Panel on Climate Change [Core Writing Team, R.K. Pachauri and L.A. Meyer (eds.)]. IPCC, Geneva, Switzerland, 151 pp.
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É computada a chuva máxima acumulada em 1 dia na escala anual, pois os impactos considerados no estudo não tem relação direta com mudanças na sazonalidade. O período de referência é de 1981-2000, e os dados foram obtidos da fase 6 do Coupled Model Intercomparison Project (CMIP6). Fontes: Ministério dos Transportes. Produto 3 – Relatório de Identificação das Ameaças Climáticas. Rio de Janeiro: Ministério dos Transportes, 2022. 20p.
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